Vambora (áudio)
Adriana Calcanhoto – Vambora
Eu adoro essa música. Ah, e não estou cantando as músicas inteiras, ok ?
Mas falando em cantar, não sei… não gosto de cantar tão calminho e baixinho assim, por isso até hoje não decidi o estilo musical das minhas músicas. Eu quero rock, meu negócio é cantar alto erguendo bem a voz… Acho que é disso que eu gosto, claro, sem exageros.
num piscar de olhos (áudio)
Eu não gosto da melodia dessa música, ela me lembra outra música.
Talvez vocês reparem que nas músicas eu não ando me animando… Realmente não estou me esforçando e nem tentando caprichar, por isso nem tento deixar tudo bonitinho sem erros algum. Pra mim isso não tem problema. Meu objetivo mesmo é mostrar o meu trabalho, como está ficando e tal… Acho que a qualidade é o de menos agora.
você, sem amor por mim (áudio)
Bom, eu agradeço todos os amigos que me apoiam, mas a minha voz fica um lixo gravada. Eu detesto as músicas que eu gravo… Talvez eu não tenha uma boa tecnologia suficiente pra conseguir “transmitir” minha voz como ela é. Nessa música dou umas erradas locas, heuauhea. Sem contar que… a letra ta uma droga, é muito confusa e estranha, quando devia ser uma letra bem simples e limpa…
Todas essas gravações são projetos inacabados… Nenhuma delas é definitiva e tambem está muito longe de algo masterizado, isso em qualidade de som, obviamente. Sobre os projetos, tambem não é nada fixo, bem como a melodia e letra que talvez mude um pouco ou até completamente, conforme minhas idéias ou meus gostos. Enfim, eu não sei de nada.
preciso dizer que te amo (áudio)
Dé, Bebel e Cazuza – Preciso dizer que te amo. Cantei errado, mas foi…
você me da medo (áudio)
Uma de minhas músicas, “você me da medo”. Letra da música
Estou começando a gravar, é uma boa novidade não é ?
Logo vou transformar em melodia uma boa parte das minhas músicas, espero que gostem.
seu gabriel
Gabriel, seu anjo traídor,
Seu maior inimigo em terra.
O único portador do amor
Sentido e sofrido por você.
Gabriel, caça e caçador.
Odiado e amaldiçoado em guerra.
Não existirá alguem no mundo
Tão obsecado assim por você.
Gabriel, seu ariano mortal,
Rebelde desgraçado dessa era.
Feitor do seu maior baixo astral,
Preso e algemado eternamente por você.
Gabriel, inferno e céu.
Amante da pior e mais bela,
Da mais demoníaca e cruel,
Interligado de ódio e amor, com você.
imaginações
Correndo sozinho em um mundo louco,
Vazio, cheio, sem sentido.
Estou em um branco, lugar morto,
Insana realidade, planeta perdido.
Navios, flores, direções e um elefante,
Placas, paredes, aves rindo.
Animação em branco, personagem morto,
Paranormalidade, seres fingindo.
Voando em balões de amor platônico,
Delirios, paranóias,
Dores de cabeça.
Aterrisando no chão sem cor,
Ofegante,
Todo colorido.
você me da medo
Você me assusta, eu te amo e me da medo.
Estou enrolado, abatido e torcido.
Você é igual ao meu pequeno pesadelo,
Que me arrepia mas não deixa eu ser vencido.
Eu não sei do que você é capaz,
Eu tenho medo, tenho medo demais!
Nós precisamos de um acordo de paz
E vou torcer que não quebre jamais.
Você me esgana, me arrebenta, com o olhar.
E só reclama, estando junto ou perdida.
Você é igual ao meu pequeno mundo inteiro,
Que tem segredos, traumas e feridas.
Eu não sei do que você é capaz,
Eu tenho medo, tenho medo demais!
Nós precisamos de um acordo de paz,
E vou torcer que não quebre jamais!
Vou deixar minha foto num cartaz,
Pra você um dia poder me olhar,
Esquecer daquilo que ficou pra trás.
Mas eu tenho medo, eu tenho medo demais!
um poeta sem amor
Eu não tenho um amor
E não namoro de mentira.
Passo o tempo vivendo carente
Mas não me apaixono por desespero.
Eu não tenho opção
Porque estou escolhendo,
Negando à quem se aproxima,
Guardando balas pra um tiro certeiro.
Não recebo e não mando cartas,
Não tenho coragem, nem poder.
Eu levo comigo essa sopa de “não”,
Tanto ao escutar quanto ao escrever.
Não…
Eu não tenho a garotinha
E não vivo ilusão.
Passo o tempo inteiro carente
Mas não me jogo pra qualquer um.
Eu não faço um teatro
Quando sem opção,
Quando quem eu queria que jamais se aproxima,
Quando quem me quer mas que jamais merecia.
Não valeria, a pena.
Não recebo e não mando cartas,
Não tenho coragem, nem poder.
Eu levo comigo essa sopa de “não”,
Que tomo pelos ouvidos e mostro com as mãos.